sábado, 18 de junho de 2011

A classe do momento

Dôra Santtos

A moda, assim como todas as outras indústrias de bens e serviços está sempre almejando atingir as classes de maior poder aquisitivo, mas partindo da informação de que 53% da população brasileira está na classe C, esse tipo de segmento tende a se adequar à nova realidade. Os dados são de estudos da Cetelem BGN, empresa do Grupo BNP Paribas, que desenvolveu a pesquisa O Observador Brasil 2011.
As campanhas de liquidações e ofertas com preços incríveis já não são surpresa para os consumidores. A novidade é que os brasileiros estão cada vez mais ousados e consumindo produtos fora de liquidação, fazendo economia e poupando mais para obterem produtos. Assim como diz a doutora em moda pela University for the Creative Arts de Rochester da Inglaterra, Maria Alice Rocha, em países emergentes como o Brasil, a evidência da classe C está relacionada à mobilidade entre classes.

As novidades na moda, tendências e estilos estão fazendo a cabeça de todos os que se sentem no direito de consumir bens duráveis. Mas, para não perder o posto no mercado, as empresas ou serviços antes conhecidos como populares, a exemplo de lojas de calçados e roupa, passam a investir mais em seus produtos, anteriormente consumidos por um público menos exigente.
O aumento do poder aquisitivo e a disponibilidade de poder comprar algo muito almejado, faz com que o público da classe C passe a exigir o mesmo tratamento e direitos de consumo das classes mais abastadas. Segundo a modelo e manequim Cecília Conceição, toda essa mudança só é válida quando se pode obter algo de qualidade, que tenha os mesmo tempo de durabilidade dos produtos destinados as classes elevadas.

A moda que faz o São João na Bahia

Leandro Castro Nery

Com o São João se aproximando, várias pessoas ficam ansiosas para saborear comidas típicas e dançarem forró. Mas a vestimenta que usarão nos festejos tornou-se item importante.
“Gosto de usar uma blusa xadrez, calça jeans e bota”, conta Jaice Castro. Ela costuma passar o São João em Salvador, mas quando vai para uma festa típica não deixa de usar essas roupas. “O conforto para mim é essencial, a depender da ocasião vou sem salto alto”, completa.


Segundo a consultora de moda Mariana Caldas os trajes característicos são usados em apresentações e quadrilhas. “Em algumas festas nesta época é solicitado que os convidados vão a caráter. Normalmente, é usado um vestido de chita pelas mulheres e jeans com xadrez pelos homens”, diz.

Não confunda a moda inverno com trajes juninos

A moda inverno ganhou o espaço nas comemorações juninas. “Normalmente, as pessoas usam looks da estação para se aquecer do frio, como as calças, meias, botas, casacos”, informa Marina. Ela completa que já faz algum tempo que o xadrez está sendo usada por conta da influência grunge e que não deve ser confundido com São João.
Não existe um lugar específico para comprar roupas juninas. Elas podem ser encontradas em lojas de fantasias. “O traje a ser usado não exige muito em uma produção, não tem como errar”, encerra Mariana.

Moda e montaria

Aura Henrique

Ela veste camisa sob medida, óculos Louis Vitton e relógio Michael Kors.
Ele veste camisa sob medida e boné do Sítio Chuin.
Foto gentilmente cedida pela Ascom do Sítio Chuin.


Não é novidade que a indústria da moda se inspira nos trajes do hipismo para confeccionar seus modelos. Além de elegância, sobriedade e distinção, tais roupas levam às passarelas e, mesmo que não saibamos, ao cotidiano, o universo da equitação. As coleções de inverno 2011 de duas grandes marcas, a carioca Animale e a baiana Elementais, foram buscar neste ambiente sua motivação.
Na Bahia, embora o hipismo não seja um esporte muito difundido, a Elementais fotografou para a nova estação no Centro Hípico JL Sítio Chuin, em Barra do Jacuípe. A modelo Juliana Martins fez a campanha da grife e usou além da forte tendência animal print,botas e calças estilo montaria.  De acordo com o press release da loja, os elementos incorporados foram “fazendas, vida no campo, bichos e ar puro”.
As cores da coleção também foram inspiradas na natureza, como o amarelo camelo, o verde militar, que remete a árvores e florestas, e o marrom das folhas secas. Nas fotos, todo o ambiente da selaria foi retratado. Feno, madeira e eqüinos compuseram um cenário rústico-chique, adequado à proposta da marca.
No Sítio Chuin,amazonas e cavaleiros também desfilam bom gosto e sofisticação. É o caso de Lívia Neves e Thiago Ravhy,que fizeram fotos no local, promovendo o haras. Ambos usaram camisas de competição sob medida, com suas iniciais bordadas na altura do peito, feitas pelo camiseiro Ernesto di Tomaso. A amazona traz ainda o glamour discreto de óculos Louis Vuitton e relógio Michael Kors,e o cavaleiro, a descontração do boné do Sítio Chuin.
Ápice do requinte - O modismo que vem do guarda-roupa masculino e, hoje, se incorporou ao mundo feminino, encontrou na Animale o ápice do requinte. No desfile do São Paulo Fashion Week deste ano, a grife desfilou seus modelos inspirados no universo da selaria. Embora na Bahia exista um trabalho para aumentar o acesso de pessoas a campeonatos de hipismo, a moda inspirada pelo esporte parece estar ainda muito distante das classes menos abastadas.

Ombreiras voltam à moda neste inverno

Laiz Mesquita


Lembra das antigas ombreiras usadas pela maioria das pessoas entre os anos 60 e 80? É bem provável que você ou seus pais tenham alguma esquecida no fundo do guarda roupa, o que é muito bom, já que neste inverno você poderá voltar a utiliza - lá sem se preocupar em parecer careta.
 “Na minha opinião as ombreiras ficam legais em casaquinhos, terninhos e blusas de manga longa. Elas dão um charme todo especial à roupas formais”, conta Eleonora Chavier, dona da Sun Shine, loja de moda feminina. Concorda Francisca Oliveira, pedagoga, 63 anos, que acredita que uma ombreira discreta torna elegante a roupa e a pessoa que a veste. Já Dilma França, delegada, 52 anos, diz que percebe a elegância dada pelas ombreiras em algumas roupas, porém não as usa, nem pretende usar porque não a agrada. “Para meu gosto as ombreiras deixam a silhueta artificial”.
Dilma acredita que ombreiras não ficam bem em qualquer tipo de pessoa. “Não acho que ombreiras devam ser tratadas como moda, mas sim como recurso destinado a algumas peças do vestuário e para pessoas cujo tipo físico seja valorizado com o uso deste recurso. E deve ser usada em qualquer época”, conta. De acordo com Eleonora, realmente esse acessório deve ser usado ou não de acordo com o corpo de cada um. “Para quem tem as costas largas as ombreiras não ficam muito boas”, explica.
Francisca conta que adorou a moda das ombreiras no passado, porém quando a moda passou e ela via os comediantes satirizando ela também achou engraçado e esquisito. Já Dilma diz que, quando se deparava com blusas e vestidos de ombreiras tinha fortes motivos para não adquirir a peça.
Tanto Dilma quanto Francisca acreditam que a moda realmente volte com tudo neste inverno. “Os jovens são muito influenciados por seus ídolos. Como a Lady Gaga colocou aquela prótese que é uma espécie de ombreira a pouco tempo, acredito que isto influencie muito nesta volta”, conta Dilma.
Para curtir o São João Francisca conta que já separou o seu look, e nele estão inclusas as ombreiras. “O inverno está chegando, e nada pior do que um casaco com ombros muchos”, explica. Já Dilma, ao ser perguntada se usaria o acessório no seu look nesta volta da moda, respondeu sorrindo que “com certeza não”.
Eleonora explica que a moda é muito complicada, pois os gostos variam. Ela conta que pessoalmente gosta de ombreiras, e que em sua loja algumas clientes já têm procurado por roupas com os acessórios, porém muitas também não gostaram da idéia. “Recebi mais pedidos de casquinhos”, comenta sobre as ombreiras.

Havaianas lança coleção de tênis e All Star inova com sandálias

Daniel Barbosa

De sandália para tênis, de tênis para sandália. Depois de transformar em moda os clássicos chinelos e sapatos, a Havaianas (Alpargatas) e a All Star (Converse), respectivamente, lançaram o inesperado: tênis Havaianas e sandálias All Star. E o resultado, como se vê nas fotos abaixo, é interessante.


Os chinelos foram só o começo - Bem coloridos, os tênis Havaianas - batizados de “Soul Collection” - mantêm na sola e na palmilha a mesma borracha dos chinelos. A iniciativa, segundo Carla Schmitzberger, diretora de negócios da marca, tem um viés sazonal: "Os tênis visam aos europeus, que, por motivos climáticos, só podem usar as sandálias durante quatro meses no ano", diz

Para entender o esquema - Os sapatos são feitos de lon e levam alma das sandálias, com o solado de borracha e o relevo das tiras.

De acordo com a consultora de moda baiana Cristina Franco, a nova criação da Alpargatas é “excelente e moderna”. Para ela, as sandálias Havaianas, lançadas em 1962, são um exemplo de construção da marca: “Era um produto popular, mas nessas quatro décadas, conseguiu alcançar também o público fashion e antenado. Acho o que o mesmo vai acontecer com o tênis.”, pontua.
Os calçados têm nove diferentes combinações de cores: preto, marinho, bege, azul claro, verde/amarelo, rosa, vermelho/bege, amarelo e roxo/rosa. Há modelos de cano baixo, cano alto e sapatilha. Sua numeração vai do 33 ao 44, com preços que variam entre R$49,90 e R$ 79,90. Compre também pela internet: www.loja.havaianas.com.br
Instantâneos: Converse All Star ou Chinelo? Definitivamente, os tênis Converse All Star são um clássico. É só avistarmos um par deles em alguém, que logo pensamos: essa pessoa deve ser bem descolada, ser cool, amar música, ser meio old school, não é? Pois bem, a onda agora é bem mais despojada: chinelo All Star.


O modelo é bem diferente do convencional e mescla características do clássico tênis - como o ilhó (orifício do cadarço) e o cabedal - com o solado de um chinelo, seja de dedo ou aberto. Para quem curte uma novidade vai cair muito bem.
De acordo com a Converse, o público alvo da criação são os adolescentes, que sempre estão de olho em novas tendências. Mas há quem ache o chinelo All Star moderno demais para o dia-a-dia: “Jamais usaria uma sandália dessas para sair na rua. Acho com cara de passarela, muito over”, opina Marina Valverde, 19 anos, estudante de moda.
São vários modelos, em cano alto ou baixo e em várias cores, como vermelho, azul, branco, preto, cinza, amarelo. Todas seguindo os modelos clássicos da All Star, mas no formato de sandálias. Os calçados ainda não chegaram às lojas, com previsão para outubro, mas já podem ser adquiridos no site da marca por 30 dólares.

Vaidade é coisa de crianca?

Luzia Ferreira



Consumidor exigente, principalmente as meninas, que costumam querer imitar os adultos. Pequenas já querem seguir os rituais de beleza da mãe, freqüentam o mesmo salão e, as mesmas lojas. Não é por acaso que lojas de departamentos dispõem de um mix para toda família.
O mundo da moda infantil cresce em todos os setores, e os salões de beleza saem na frente. O salão Miau no shopping Salvador, atende  meninas e meninos. A cabeleireira Laudinete Silva, diz que é um cliente exigente na hora de escolher o corte, “eles querem usar  cabelo de  artista de televisão ou de jogado de futebol, estão sempre imitando alguém que eles gostam, alguns pais autorizam até mechainhas nas meninas, para não contrariá-las” complementa Laudinete.
Para Fabiana Colombari, psicóloga e graduada na área clínica educacional, mais do que consentir, alguns pais também incentivam cuidados excessivos com a aparência, chegando até mesmo a criar uma ditadura-mirim da beleza, avalia.  
“Os pais influenciam na vaidade de seus filhos, e muitas crianças almejam ser adultas antes do tempo. Qual a menina que nunca usou os saltos e se borrou com a maquiagem da mãe? Ou o menino que nunca se barbeou e se exibiu  em frente ao espelho?”. Em proporção a vaidade infantil é normal, e reflete uma auto-estima boa para a criança. O problema é quando esse tipo de comportamento passa dos limites, afirma Fabiana.
Isso sem falar nas soluções “radicais”, como a pequena Natalie Vinhas de 5 anos, que queria pintar o cabelo de vermelho, mais negado pela mãe. De acordo com Laís Vinhas, mãe da pimpolha, ela queria ficar parecida com personagem Ariel do filme a Pequena Seria.
No caso de Fernanda Oliveira 7anos, para domar as madeixas naturalmente encaracoladas foi preciso uma seção de escova progressiva, foi à solução diz a mãe Glória Oliveira. Segundo Glória o cabelo da menina tinha muito volume e levava horas para desembaraçar. As escovas progressivas é a novidade da vez, cada vez mais presente nos salões de beleza. Para a dermatologista Renata campos, as composições químicas dos produtos em criança, podem causar irritação no couro cabeludo, descamação, dermatites e até mesmo queda dos cabelos, explica.  
Os dados são animadores, por isso o mercado está investido em produtos específicos para criança. Contudo, entre shampoos, condicionadores, óleos e hidratantes direcionados ao público infantil, existem alguns itens que denunciam uma vaidade precoce. Blushes, batons, esmaltes, sombras, bijuterias e até mesmo fixador de cabelos também têm lugar de destaque nas gôndolas, atraindo a atenção dos pequenos.
De acordo com dados de Fevereiro de 2010, feita pela a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), apontam o publico infantil como um consumidor que cresceu 40% em dois anos, chegando a movimentar aproximadamente, R$ 200 milhões na economia brasileira.
É preciso que os pais fiquem atentos a vaidade na infância, esse é mais um daqueles assuntos em que o equilíbrio por parte dos pais é necessário. Cabe a eles transmitir a seus filhos o controle de seus impulsos, já que eles não possuem nenhuma maturidade para decidir por si só. A regra fundamental é estabelecer limites para a vaidade, pois esse controle é importante, para que a moda não os tornem em adultos neuróticos.   
Fique atenta quando seu filho:
Ø                  Valorizar mais a aparência que os estudos.
Ø                  Deixar de comer, justificando que precisa emagrecer.
Ø                  Torrar toda a mesada em roupas e cosméticos.
Ø                  Preocupar-se excessivamente em ser o mais popular da escola.
Ø                  Começar a dar palpite em suas roupas

Laudinete Silva Cabeleireira – Salão Miau
Fabiana Colombari, psicóloga e graduada na área clínica educacional

sábado, 11 de junho de 2011

Barra Fashion será em setembro

Dos dias 21 a 26 de setembro será realizado mais uma edição do Barra Fashion Mall. O evento acontecerá no shopping Barra, em Salvador. Como de costume terá desfiles de roupas, sapatos e jóias.

A tendência para as festas juninas

Com a proximidade do período junino, que tal explorar o que promete ser tendência nesta época do ano que é repleta de festas, quermesses e um bom forró para dançar agarradinho? Peças xadrez, estilo country, muito couro e botas serão o forte dos festejos juninos e prometem invadir os arrasta pés pelo interior da Bahia.


Fest Moda Décor Salvador seleciona expositores

A próxima edição da Fest Moda Décor, que acontece anualmente no Centro de Convecções de Salvador, já está marcada para setembro de 2011. Expositores de marcas de moda feminina, masculina e acessórios que desejam participar devem entrar em contato com a produção da feira. O evento mostra as últimas tendências da moda nacional, comprovando excelente investimento. Maiores informações no site da Feira http://www.FestModaDécor.com.br


O bazar do Correio

Todos os domingos, o Jornal Correio traz uma seleta de informações sobre moda, decoração e diversão. É o Correio Bazar. Trata-se de um caderno recheado de dicas culturais e roteiros de diversão. A dica é comprar o jornal aos domingos e ficar ligado nas tendências do momento e dos melhores eventos da cidade. Colecione o bazar e fique na moda. Aos domingos o Correio custa R$1,00 e está disponível em qualquer banca da cidade.

Certo e Errado 3

Errado - Blusa marcando a barriga, muito comprida, deixou o aluno achatado. Look não apropriado para usar na faculdade nem para a atual estação.

Certo - Blusa com detalhe 'rock', que está na moda, calça skinny com sapatilha, ideal para o inverno e faculdade.

Errado - Ou a garota coloca um sapato fechado ou uma meia branca, ou calça branca para não destoar o look.  

Moda bebê: tecidos antialérgicos são a melhor opção

Aura Henrique

Mércia Sena, mãe de primeira viagem, ficou bastante preocupada quando viu sua filha Mariana, de apenas três meses de idade, com manchas avermelhadas no pescoço. Ela não sabia que roupas fabricadas com tecido impróprio poderiam causar alergias se em contato com a pele sensível dos bebês. “Eu pensava que qualquer peça vendida nas lojas para crianças eram adequadas. Então comprava só pela beleza”, declarou.
Desconfiada com problema, Mércia procurou a clínica infantil Guri, no bairro da Boca do Rio, para pedir orientação médica. O diagnóstico da médica Ana Laura Martins, pediatra que atendeu a pequena, foi conclusivo: a criança apresentava um quadro de eczema de contato - mais conhecido por dermatite – motivado muito provavelmente pela fricção da pele com o tecido da roupa. Para ela, a situação pode também ter sido agravada pelo calor ambiente.

Exemplo de eczema de contato (dermatite) de fraldas
Google Imagens
Segundo a médica Ana Laura, o problema apresentado é mais comum do que se pode imaginar. Ela afirma que muitos pais procuram assistência pelo mesmo motivo. “As dermatites são as mais comuns”, disse. “Geralmente, são caracterizadas por coceiras, ressecamento, caroços, feridinhas e vermelhidão, como aconteceu com Mariana Senna”, acrescentou.
Mas para a médica as dermatites não são o pior. O grande vilão ainda são as complicações respiratórias, desencadeadoras de processos infecciosos, como secreção nasal intensa, além de contração das vias respiratórias e dilatação de vasos sanguíneos. Tecidos como a lã, são os que mais geram esse tipo de enfermidade.
 A vendedora Jeane Almeda, da loja de moda infanto-juvenil Lollipop, no Shopping Paralela, acredita que nem todos os pais conhecem as diferenças entre os tecidos das roupas do bebê ou usam este critério para a escolha. Segundo ela, alguns procuram tecido de puro algodão, por recomendação médica, evitando o poliéster, tecido sintético resultado de processo químico. “As marcas mais vendidas são Malwee e Hering, porque são as de mais confiança  para o consumidor”, explicou.
 Na loja Camarim, todas as peças para crianças abaixo de três anos são produzida com tecidos antialérgicos, de fibras vegetais puras, orgânicas ou com tratamento industrial especializado. As marcas vendidas não são conhecidas, mas a vendedora Josete Sliva garante que as peças são de qualidade. “Vendemos muito para a faixa etária abaixo de seis meses, os preços variam de R$ 25,00 a R$140,00, a depender do produto”, disse.
 Segundo o Guia do Bebê do Portal Uol, deve haver um cuidado redobrado com a pele dos recém-nascidos. O site informa ainda que os sistemas orgânicos dos bebês “são mais vulneráveis, em evolução”. A pele é “mais fina, tem menos pelos, com glândulas de suor imaturas, gerando maior sensibilidade ao calor e à luz do sol”.
O tecido certo - De acordo com o lojista e fabricante Antonio Andrade, o algodão ainda é a melhor opção, mesmo que a indústria têxtil venha investindo cada vez mais em tecidos tecnológicos, cada vez mais confortáveis. Especialistas afirmam que é importante o uso de tecidos arejados, que facilitem a respiração da pele. Tecidos feitos de fibras naturais favorecem a transpiração, como a viscolycra, o suedine e a cambraia. Para os pequeninos, o ideal é fugir dos felpudos.

Mércia Sena parece ter aprendido a lição. Desde então, dá preferência aos tecidos recomendados por especialistas e médicos. Agora, além de estarem sempre na moda, às roupas da pequena Mariana agregam conforto, leveza e flexibilidade, evitam dermatites e problemas respiratórios e proporcionam mais saúde.

Open Closet 3 expõe moda made in Bahia

Para quem curte moda a Made in Bahia traz os trabalhos das principais marcas e estilistas baianos vão estar reunidos na 3º edição do Open Closet-Bazar e Brechó.O evento acontece na próxima quarta-feira 08 de junho,as 18:00horas,no restaurante italiano Oster Dell”Agazzi,na Federação.Os ingressos custam R$ 20,00 e o serviço de manobrista sai por R$7,00.Para maiores informações acesse Open Closet Salvador.


Looks do dia

Super antenada e bastante conhecedora da moda, a jornalista e colunista de moda, Paula Magalhães, escreve diariamente no seu blog sobre dicas e rumores do mundo fashion. De quebra, a fashionista ainda posta os seus looks diários, ela aposta que com suas criações as leitoras possam se inspirar. A dica é conferir o blog da Paula Magalhães e deixar a imaginação fluir! Acesse www.correio24horas.com.br/blogs/paula-magalhaes e divirta-se!

Certo e Errado 2

Certo: Está bem atual com um vestido floral em tom escuro e mangas compridas ideais para a estação.

Certo: Roupa ideal para o trabalho, além de bonita é confortável. As medidas estão certas e a blusa clara por dentro produziu um contraste bonito.

Errada: Boleros ficam melhores com vestidos e roupas mais soltas. Nesse caso ficou muito justo, salientando as formas. A sandália rasteira ficaria melhor se fosse trocada por uma sapatilha, rasteiras não combinam muito com calça skynni nem com o inverno.

Errado: Tênis só são usados para práticas esportivas. O melhor seria um sapatênis ou uma sandália.

Pocket desfile

Com peças inspiradas no universo do balé, a marca Maria Bonita Extra, lançou seu catálogo na loja do Shopping Iguatemi. Um pocket desfile produzido pelos produtores Marcelo Gomes e Almir Jr, e trilhado com um setlist especial pelo DJ Masky, foi feito para apresentar as roupas. As modelos desfilaram a coleção de inverno da marca para os convidados e para quem passava pelo shopping.    

Divulgação 

Certo e Errado 1: veja como as pessoas se vestem na Estácio/FIB

Sabe aquelas dicas de “certo e errado” no look? Pois é, isso é um assunto delicado e controverso, pois depende do corpo e do estilo de cada um, mas as gafes de moda nos rodeiam e é preciso estar sempre atento.
Quando não somos nós mesmos que caímos no erro, comentamos as gafes dos parentes, amigos e desconhecidos na rua. Mas quando cometemos algum pecado de moda, mil desculpas vêm à mente. Engraçado, não?
Na linha “isso é certo - isso é errado”, vejamos como se vestem algumas estudantes da Estácio/FIB, em Salvador, de acordo com a consultora de moda Mariana Caldas:


A modelo está muito bem vestida. Ela apostou no casaco com a cintura marcada (ótimo) e no preto, que é elegante por si só. Vai uma dica: use cores escuras na parte de baixo se você tiver quadris largos. Se suas medidas forem maiores nos ombros use camisetas com decote em V.


Ambientes acadêmicos comportam um visual um pouco mais casual como o da moça aí de cima. Ela apostou no jeans ‘moderninho’, blusinha mais larga e sapatilha básica. Acertou em cheio. Outra dica: sutiã aparecendo deixa a produção casual demais.



A estudante pecou (feio) ao combinar um tênis, reservado às práticas esportivas, ao look. Com o jeans e a bata estampada, o ideal seria usar um sapatênis ou sapatilha baixinha. O resultado final seria um visual moderno e, ao mesmo tempo, arrumado.

A estudante optou uma blusa que não combina (em nada) com o contexto do look. Calça apertada e blusa justinha, como fez a modelo, não valoriza a produção. Peças justas demais deixam o visual pesado e até um pouco vulgar para o dia a dia.
Todas as fotos foram tiradas pelo estudante Daniel Barbosa.

Esportivamente na moda

As roupas utilizadas para ir à academia e praticar esportes já são comuns no guarda roupa das pessoas que nem sequer praticam esporte. Mas quando o esporte se torna inspiração para modelos de roupas? Daí ele pode ser considerado como estilo de se vestir, sendo assim o maior entusiasmo das marcas esportivas.
Não é muito difícil entender essa tendência. Esportistas que vivem o esporte diariamente, por exemplo, não utilizam seus uniformes para ir a eventos ou festas. Para isso, as marcas esportivas desenvolvem roupas com traços esportivos, para que os mesmos estejam fazendo a divulgação do seu patrocínio, assim como nos uniformes.

Marcas começam a desenvolver roupas casuais com um toque esportivo
Divulgação/Nike
A curiosidade em estar com a marca que patrocina as pessoas do meio esportivo, desperta o interesse de muitas pessoas, e esse estilo inicialmente destinado a um público específico, torna-se acessível.
Para o publicitário e fã do basquetebol Francisco Silva, vestir roupas é necessário para a prática do esporte, e quem o pratica não deixa de usar os elementos, mesmo fora de quadra. “Adoro roupas leves que me deixem a vontade, confortável, assim como em quadra”, diz.
Segundo o pensador mercadológico Felipe Schmitt Fleischer, nos anos 90 deu-se início a um movimento no qual o visual casual ganhou espaço e o mundo esportivo invadiu o mundo da moda. O conservadorismo das linhas esportivas aliado ao tecnológico e moderno compunha o espírito de época que deixou as marcas esportivas mais visíveis (Adidas com Stella McCartney e Yohji Yamamoto, Puma com Phillip Starck, Reebok com Giorgio Armani, Converse com John Varvatos).

Roupas esportivas podem ser consideradas como estilo de se vestir
Divulgação/Adidas
Dentre as marcas esportivas, destaque para a fabricante alemã Adidas, consolidada em mais de 100 países é uma das maiores no mercado esportivo mundial e totalmente focada em qualidade, tecnologia e durabilidade. Sendo assim, a Adidas é a maior concorrente da poderosa Nike, que desenvolve canais diretos com o consumidor e planeja inaugurar mais 100 lojas.
Com elementos quase todos voltados aos corredores e aos simpatizantes do atletismo, a Fila busca um novo posicionamento para ampliar sua participação de 4% para 10% no mercado brasileiro de peças casuais nos próximos anos. A estratégia é baseada em preços competitivos (15% menor que a competição da Adidas e Nike) e vasto número de opções em peças para alcançar o mais variado público feminino e masculino.
O meio ambiente - A preocupação com o meio ambiente também faz parte do planejamento de marketing da marcas esportivas. Em fevereiro do ano passado a Nike lançou camisas de algumas seleções de que faz patrocínio, inclusive a da Seleção Brasileira. A camisa é feita de poliéster reciclado referente a aproximadamente 8 garrafas pet.
O glamour das passarelas - Os elementos do esporte já chegaram às passarelas e segundo a jornalista e colunista de moda do site IG, Ana Paula Martini, vem se misturando entre as informações de moda em looks caprichados e surgindo como inspiração de uniformes de atletas. Estilistas renomados como Alexandre Herchcovitch, já inovam em suas coleções de alta costura. Com apresentações em São Paulo e Nova York, ele se inspirou no futebol americano e a coleção continha peças com grande destaque para os ombros e até bolsas que imitavam a bola do jogo.

sábado, 28 de maio de 2011

Moda e aprendizado a bordo

Google Imagens
Daniel Barbosa
Essa vai para os estudantes de moda da capital baiana. No dia 11 de fevereiro de 2012, o “Navio da Moda” zarpa de São Paulo e chega a Salvador. A embarcação concentrará estudantes de moda, editores de revistas especializadas e estilistas de todo o Brasil. Durante a viagem ocorrerão palestras, oficinas, cases de sucesso, workshops, fóruns e debates sobre o mundo da moda e empregabilidade. Mais informações pelo telefone: (71) 2103-5666.

Paradoxus apresenta sua coleção outono/inverno

Débora

Paradoxus apresentou seus novos looks em evento realizado no último dia 3
Loja Paradoxus
                  A nova coleção outono/inverno da Paradoxus já está disponivel na loja multimarcas do Barra Shopping, em Salvador. O lançamento ocorreu no início de maio, com um desfile para os fashionistas. Confira alguns modelos! http://www.lojaparadoxus.com.br/

Joalheiro baiano assina presente real

Débora

Joalheiro Carlos Rodeiro criou anel para a princesa Kate Middleton
Blog Conversa de Menina

O joalheiro baiano Carlos Rodeiro confirmou que é o autor do presente do casal David e Victoria Beckham à esposa do Príncipe William, Kate Middleton: um anel com um coração de rubilita com brilhantes. Puro luxo! A confirmação ocorreu em encontro para homenagear às mulheres, promovido por Rodeiro e Aninha Marques, no início de maio, no restaurante Amado, em Salvador.

Tabuleiro Mix cultural

Luzia Ferreira
                                                                                                              
Moda é modo, costumes e estilos de se comportar e vestir, que se transformam com o tempo. Segundo a estilista Adriana Silva, ela se traduz em cor, raça e misturas; exatamente a proposta do Sarau do Brown. O evento anual que é referência, reúne estilistas e artistas em geral que têm a oportunidade de mostrar seus trabalhos.


Na última edição do Sarau, em fevereiro na capital baiana, o destaque foram as cores fortes e estampas vibrantes. A mistura representa alegria e o estilo próprio dos soteropolitanos, tendência que vem sendo discutida no contexto social, demonstrando que moda também é cultura.
De acordo com a estilista Gabriela Negromonte o Sarau do Brown já virou referência em disseminação da cultura baiana. “O apoio do SEBRAE é muito importante para empresa de pequeno porte, que tem grande expectativa para esse setor da moda cultural que cresce na Bahia”, enfatizou Gabriela.

Estilista baiana Gabriela Negromonte
Correio: “Nem te conto”

A gestora de projetos do SEBRAE, Cris Rabelo, diz que moda não é só tema de intelectuais. “Surgiu na Idade Média e vem se transformando dentro das classes sociais, deixando de ser sinônimo de futilidade para ser um produto discutido na sociedade. Moda, música, cultura e lazer fazem parte do cotidiano do baiano, uma mistura que tem influência direta nos acontecimentos sociais e históricos desse povo”, conclui Cris.
O desfile do Sarau é feito apenas com peças artesanais. "O nosso objetivo é que a sociedade veja de outra forma a essa moda e a valorize", afirma a gestora do projeto, Maria de Lourdes. "A moda serve como meio de comunicação e conscientização direta para a população, roupas com material reciclável fazerm parte da cultura de estilistas e artistas brasileiros", conclui.